Rios/Ribeiros
Cabril.
O Rio Cabril nasce na serra de Ordens, Macieira e passa por Bilhó, Vilar de Ferreiros e desagua no rio Tâmega, no sítio do Soutelo, freguesia de Mondim, após um percurso de cerca de quatorze quilómetros, sendo também nesta freguesia que se situa a maior parte da sua bacia hidrográfica. Rio truteiro e de águas cristalinas, faz mover moinhos, irriga campos de cultivo e fertiliza a bacia de Vilar de Viando, antes de chegar à sua foz. No Planalto das Gevancas, região da nascente do Cabril, existe hoje o sítio arqueológico onde foram encontrados vestígios da cultura pré-histórica.Cabrão.
O rio "Cabrão" é um rio de montanha que nasce um pouco acima da aldeia de Bobal, no planalto das Gevancas, mais propriamente na serra de Macieira, lugar do Pragal.Ao longo do seu pequeno mas acidentado percurso de 10.500 km, oferece vários locais atrativos e agradáveis para a natação e outras atividades ao ar livre como o canyoning. Já depois de Bilhó, a caminho do Parque Natural do Alvão, choca contra uma exuberante rocha da montanha conhecida como cachoeiras do Bilhó.
Encontra-se com o rio Cabril no lugar das "Mestras".
Rio Olo.
Nasce em Meroicinhas, no Alvão e as suas águas percorrem toda a vertente oeste da serra. O Alvão leva o rio para sudoeste, através de um trajeto irregular e as suas águas deixam o Parque a jusante de Ermelo, descrevendo uma apertada curva para norte, a caminho do Tâmega. O Olo nasce a 1250 m de altitude e, no seu troço inicial, corre num vale relativamente largo, alimentado por inúmeras linhas de água de carácter torrencial e sempre acompanhado pelas cristas mais elevadas da serra do Alvão. Depois de atravessar a bacia de Lamas de Olo, o rio flete para noroeste. Mais adiante, o vale torna-se mais apertado, sendo parte das águas capturada acima das Fisgas do Ermelo e desviadas para a ribeira da Fervença. Mais para jusante, o Olo correndo em vale encaixado, segue para sudoeste, abandonando o Alvão, depois de percorrida boa metade do seu curso. O rio explica o relevo, já que o seu leito conduz através do essencial da morfologia do Alvão: zona montanhosa e planáltica, acima dos 1000 m de altitude, onde nascem as principais linhas de água (Ribeira de Fervença, o Ribeiro do Corisco, o Ribeiro do Tapado, a Ribeira das Forcadas, o Ribeiro do Vale Longo e a Ribeira da Fonte Pequena) e limite sudoeste da bacia do Tâmega; a zona de transição, com vales apertados e quedas de água; e a zona basal, em que sobressai o vale bastante aplanado do Ermelo, com altitudes na ordem dos 400 metros. O Alto das Caravelas (1339 m), ponto culminante do Alvão, situa-se no limite oriental do Parque Natural, fazendo parte da escarpa rochosa com que o planalto se precipita sobre os vales do Corgo e do Cabril.
O rio Olo, afluente do Tâmega, atravessa três concelhos: Vila Real, Mondim de Basto e Amarante.
“É um rio ainda muito intocado, as suas margens continuam a ser agrícolas. É dos rios mais limpos na região, por muitos considerado o mais bonito do Mundo, e é bastante versátil”.
Adaptado de: "Infopédia".
foto "Opontodepartida.com".
Rio Tâmega.
O rio Tâmega (Támega em galego) é um rio internacional, que nasce na Serra de San Mamede, província de Ourense, (Galiza, Espanha) e desagua nas localidades de Entre-os-Rios e Torrão no rio Douro.
Em Portugal, o Tâmega, banha a cidade de Chaves, as Terras de Basto (Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Ribeira de Pena) passa por Amarante e Marco de Canaveses, desaguando finalmente no Douro nas localidades de Entre-os-Rios e Torrão.[1] Estabelece a fronteira entre os concelhos de Boticas e Vila Pouca de Aguiar.
Devido às irregularidades do regime pluviométrico na área da sua bacia, o qual apresenta grandes variações anuais, originam-se consequentemente irregularidades no seu regime e no dos seus ribeiros. Assim,no fim do Verão, devido ao estio prolongado, a água corrente escasseia, originando-se grande degradação na sua qualidade. Pelo contrário no Inverno, com a abundância de precipitação e a fusão das neves que caem nas serras próximas, os caudais engrossam, transbordando por vezes. Senão, repare-se nas inúmeras referências marcadas em paredes de casas ribeirinhas ao Tâmega.
in: wikipedia.
Ribeira de Teixeira, Fervença, Ermelo.
ibeira da margem direita do rio Olo.Ribeira do Sião.
Nasce no Linhar e desagua no rio Olo, um pouco abaixo do Lugar da Varzea..Ribeira de Freixieira, Pardelhas.
Nasce no alto da Barra, Campanhó, serpenteia por um vale profundo até desaguar no Sião, junto às pontes de Macieira. Tem um curso pequeno, acidentado.Ribeiro da Ribeira Velha.
Nasce na zona do Bentozelo (950m) e desagua, no rio Cabril junto à ponte dos Cavacos , atravessando, no seu percurso uma grande parte do lugar de Vilarinho.Ribeiro do Fragoso, Atei.
Este é um dos mais importantes de Atei. Resulta da junção das ribeiras da Camba e da Laginha.
No dicionário Geográfico podemos ler que: "... no sítio dos Palhaços nascem os ribeiros Bezerrão e Gamo do Paço que se metem no rio Cabril e o Candal e o Sequeiro que se juntam chamando-se então Bésteiros e com este nome morre no rio Poio. Passam aqui também o Arades, o Salgueiraes e o Costa que se juntam nesta freguesia e correndo de E a O se metem no Tamega".
foto da AO Zulmira Vila.
Ribeiro de Porto Velho, Campanhó.
Ribeiro que separa o concelho de Mondim com o de Amarante. Desagua no rio Olo. Corre num vale xistoso escarpado e profundo.Ribeiro em Tejão.

